Entrevista Aparecida de Jesus Ferreira: Abordar sobre raça no Sul do Brasil.

BARBOSA, Aline Nascimento. ENTREVISTA com APARECIDA DE JESUS FERREIRA. Revista X, v. 14, n. 3, p. 1-15, 2019.

Para escutar a entrevista escute no meu canal no Spotify ou no YouTube

Aline Barbosa: Seus textos falam sobre pessoas negras e suas vivências no contexto de sala de aula, enquanto professoras/es de línguas e também enquanto alunas/os. Tendo em vista que você mora no Sul do país, uma região famosa por estereótipos fortemente ligados a questões de racismo, como é falar de raça no contexto no qual está inserida?

Aparecida de Jesus Ferreira: A região em que eu moro atualmente é Ponta Grossa (já por 10 anos) e a região em que morei anteriormente é Cascavel (por 42 anos). Ambas são regiões cuja população é constituída majoritariamente por eurodescendentes, com cerca de 20 por cento apenas de população afrodescendente. Abordar assuntos relacionados a questões de identidade racial negra é um desafio ainda maior do que no restante do Brasil. Com isso quero dizer que o racismo também ocorre em regiões com uma população majoritariamente negra, como é o caso do Sudeste, do Nordeste e do Norte do Brasil.

As pesquisas demonstram que o tratamento dado à população negra no que se refere ao acesso à escola, à moradia, à assistência médica, a emprego e a cargos de poder não difere significativamente nas diversas regiões do Brasil. Com isso quero dizer que o racismo é endêmico no Brasil, independentemente da região em que nós, negras/os, estejamos. Há, no entanto, uma diferença de percepção. As pessoas da região onde atuei e atuo no momento tendem a pensar que tratar da questão de identidades raciais negras é desnecessário, pois a região é majoritariamente habitada por pessoas brancas. Esse argumento, porém, não se sustenta – não se sustenta na medida em que as pessoas que moram na região convivem com a população que é, de fato, multiétnica e multirracial, o que necessariamente vai gerar diversidade em muitos contextos familiares, nas escolas, nos diversificados ambientes de trabalho e nas interações sociais em geral.

As pessoas mudam de região e também nos novos locais há uma comunidade diversa que precisa ser respeitada, ou seja, tratar da questão da diversidade racial é uma obrigação e uma necessidade para que tenhamos de fato uma sociedade mais justa, com equidade e igualitária. Por exemplo, na região dos Campos Gerais, há várias comunidades quilombolas− quatro em Castro e duas em Ponta Grossa. No Paraná, há 37 comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Palmares. São, em verdade, socialmente invisibilizadas, ou seja, não recebem a mesma atenção concedida às comunidades eurodescendentes, como é o caso, por exemplo, do Parque Histórico de Carambeí – de colonização holandesa. Essas comunidades mencionadas são parte do patrimônio cultural brasileiro (afrodescendentes e eurodescendentes) e estão na mesma região, no entanto, com estereótipos diferenciados. Os estereótipos relativos à população eurodescendente fortalecem a sua identidade racial branca, enquanto os estereótipos relativos à população afrodescendente descaracterizam, fragilizam e desconstroem a autoestima da identidade racial negra.

Abordar a questão da identidade racial negra nesse contexto e sobre ele exige persistência e, pensando do local em que atuo, há necessidade de formação crítica de professoras/es e de alunas/os. Essa formação crítica é indispensável para que seja possível tratar do racismo e das várias identidades raciais e, assim, pensar na “construção” de uma sociedade que esteja disposta à integração de todas as raças de forma igualitária, com equidade e humanidade. E para que isso seja possível precisamos ver na região mais médicas/os negras/os, mais professoras/es negras/os, arquitetas/os, engenheiras/os, e que os cargos e as posições de poder sejam também distribuídos para todos os segmentos sociais e raciais com equidade, para que as pessoas de todos pertencimentos etnicorraciais se possam ver representadas.

Entrevista com Aparecida de Jesus Ferreira: Identidade Racial Negra

BARBOSA, Aline Nascimento. ENTREVISTA com APARECIDA DE JESUS FERREIRA. Revista X, v. 14, n. 3, p. 1-15, 2019.

Para escutar a entrevista escute no meu canal no Spotify ou no YouTube

Aline Barbosa: Você afirma que ter professoras/es e profissionais críticas/os que lidem com questões raciais requer consciência sobre suas próprias trajetórias e, no Brasil, vivemos um racismo mascarado e a falta de representatividade constante. Muitas vezes são anos de reflexão até assumirmos nossa identidade racial negra. Como foi esse processo para você?

Aparecida de Jesus Ferreira: O processo de reconhecimento da sua própria identidade racial negra é algo muito complexo no Brasil, isso em razão de que se trata de um racismo mascarado. No contexto brasileiro, embora haja várias evidências, tanto do ponto de vista de pesquisa na área, como também evidências do que ocorre cotidianamente na vida das pessoas negras, de que o racismo existe e de que faz parte das experiências cotidianas das pessoas negras. No Brasil em vários segmentos sociais é negado de que o racismo ocorra cotidianamente na vida das pessoas negras. Dessa forma, assumir a identidade racial negra depende de vários fatores, desde o conhecimento sobre o tema, a educação recebida na família (que se reconhece como negra e tenha uma percepção de autoestima e de empoderamento da identidade racial negra), meios escolares (escolas, universidades, coletivos de negras/os), entre outros fatores.

No meu caso, o reconhecimento da minha identidade racial negra ocorreu em casa a partir das experiências de racismo que vi que ocorriam com a minha mãe no trabalho. Ocorreu também pela educação de autoestima e de empoderamento, pois minha mãe sempre me incentivou que eu gostasse da minha cor de pele e cabelo. Minha mãe sempre usou, dentro de casa, vários adjetivos afetivos e amorosos para a nossa cor de pele que fizesse com que eu e o meu irmão ficássemos orgulhosos. No entanto, passei a ler e a pesquisar mais sobre o assunto, em especial no momento em que entrei para a universidade e consolidei o meu conhecimento sobre as questões raciais. Já com alguns conceitos bem consolidados, isso fez com que eu assumisse e discutisse, debatesse sobre o tema com argumentos fundamentados.

O processo de assumir a minha identidade racial negra foi muito doloroso e ainda é na medida que me exponho e falo abertamente sobre o tema. Nesse sentido, sempre há questionamentos, tentativas de desconstrução e de deslegitimação do que eu digo publicamente acerca do tema em ambientes que não estão esperando que eu vá argumentar e discutir sobre a questão da identidade racial negra. Ou seja, sempre há olhares, posicionamentos dos corpos das pessoas e, algumas vezes, há aqueles que estão dispostos a ter uma discussão mais acalorada me dizendo: “Lá vem você de novo abordando sobre a questão racial”.

Esses que questionam/discordam e agem como se eu não pudesse discutir e abordar sobre algo que me afeta cotidianamente, a exemplo de quando entro numa loja e sou seguida pelos vendedores – demonstrando uma preocupação que eu vá roubar algo da loja −, quando vou comprar determinado produto e tentam me vendar o mais barato, quando dão sugestões de como devo usar o meu cabelo, quando pessoas falam claramente que a minhas tranças deveriam ser substituídas por alisamentos ou mesmo quando falam que eu deveria cortar o meu cabelo, etc. Esses que questionam/discordam e agem como se eu tivesse que me calar sobre quando, por mais exemplos, vou a restaurante ou a lugar mais sofisticado e há olhares de pessoas que não esperam ver o meu corpo naquele local. Sem contar as inúmeras vezes em que fui dar palestras em lugares em que o tema não era sobre a questão racial e as pessoas vinham procurar a palestrante e não conseguiam me ver como a pessoa que iria ministrar aquela palestra. Por exemplo, lancei recentemente o livro de literatura infantil “As Bonecas Negras de Lara”. Então fui convidada para ir a uma escola particular para falar sobre o livro. Ao chegar na escola, a pessoa que veio me atender me perguntou: “O que você quer?”. Eu disse: “Fui convidada para vir aqui para falar sobre um livro”. A pessoa, é claro, não escutou ou não quis escutar o que eu disse e me falou: “Não temos livros aqui!”. Eu repeti o que disse anteriormente, dessa vez mais alto e bem pausadamente. “EU FUI CONVIDADA PARA VIR AQUI PARA FALAR SOBRE O MEU LIVRO PARA AS CRIANÇAS DESTA ESCOLA!”. Ela abriu o portão e, com muita má vontade, me levou para falar com outra pessoa na escola. O que é importante ver aqui, nessa interação,são os modos como o corpo negro é recebido nos locais e isso fica evidente desde a tonalidade de voz, a polidez, o desejo de estar ou não com a pessoa, a boa vontade ou não e tantas outras maneiras de agir que eu poderia citar aqui que ocorreram naquela escola até o momento final, quando deixei a escola.

Falar sobre identidade racial negra e abordar como eu assumi essa identidade exige refletir sobre as experiências que me rodeiam cotidianamente, pois todos os lugares sociais em que circulo e todas as minhas relações sociais são mediados pela minha cor de pele, pela minha estética (cabelo, cor de roupas) e ainda sobre a minha voz e como eu falo − sempre assertivamente, sem rodeios e indo direto ao ponto. Ou seja, essas foram as formas como eu assumi e como foi constituída a minha identidade racial de mulher negra.

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Projeto As Bonecas Negras de Lara Itinerante

O projeto tem a intenção de propiciar que mais pessoas tenham acesso ao livro “As Bonecas Negras de Lara”. O livro traz a história de crianças que abordam sobre suas experiências com bonecas negras. Retrata crianças e famílias diversas, que gostam de brincar, contar histórias e que valorizam as diferenças. http://www.aparecidadejesusferreira.com/novo/livros-descricao/livro-as-bonecas-negras-de-lara/

Desta forma, pensei na possibilidade de enviar os livros para as pessoas que queiram trabalhar com o tema da diversidade no seu contexto de trabalho. As propostas do projeto são:

1. A bolsa do projeto ficará no local selecionado por 2 (duas) semanas.

2. Veja no link que segue experiências de pessoas que utilizaram o livro. Por favor, faça parte do grupo e poste as suas experiências com a utilização do livro.
www.facebook.com/groups/LivroAsBonecasNegrasDeLara/

3. Por favor, quando receber o projeto peço que você e as pessoas que utilizarem o livro escrevam um comentário (uma resenha) sobre o livro no link que segue:
http://bit.ly/ResenhaLivroAsBonecasNegrasDeLara

4. Por favor, divulgue nas suas redes sociais o Projeto com fotos usando as hashtags (#) , essa é uma atitude importante para que outras pessoas saibam do projeto e se interessem em ter o projeto no local de trabalho delas também. 
#ProjetoAsBonecasNegrasDeLaraItinerante 
#ProjetoAsBonecasNegrasDeLara

5. O livro pode ser encontrado:
Livrarias Curitiba (Ponta Grossa) – http://bit.ly/AsBonecasNegrasDeLaraLivriariasCuritiba

Sebo Espaço Cultural 2 (Ponta Grossa) – http://bit.ly/SeboEspacoCultural

6. Para contato com a autora do livro e do projeto envie uma mensagem através do:
Email: aparecidadejesusferreira@gmail.com
Instagram – www.instagram.com/aparecidadejesusferreira/

6. O livro pode ser encontrado:
Livrarias Curitiba (Ponta Grossa) – http://bit.ly/AsBonecasNegrasDeLaraLivriariasCuritiba

Sebo Espaço Cultural 2 (Ponta Grossa) – http://bit.ly/SeboEspacoCultural

Projeto “As Bonecas Negras de Lara” Itinerante
Obrigada por acolher o projeto no seu local de trabalho. É muito gratificante estar com vocês.

Profa. Dra. Aparecida de Jesus Ferreira
www.aparecidadejesusferreira.com

O local que receber o projeto receberá uma bolsa e dentro da bolsa irão os seguintes itens:
Livros “As Bonecas Negras de Lara”
Boneca Negra (Similar a personagem Lara)
Boneca Abayomi
*Para levar o projeto para seu local de trabalho preencha o formulário no link que segue:
http://bit.ly/ProjetoAsBonecasNegrasDeLaraItinerante

Entrevista para Jornal Foca Livre (UEPG)

Entrevista de #AparecidaDeJesusFerreira concedida ao jornalista Cássio Murilo, do Jornal FOCA LIVRE do curso de Jornalismo da UEPG. Obrigada Cassio Murilo pelo interesse meu #LivroAsBonecasNegrasDeLara 
e nas pesquisas que tenho desenvolvido na UEPG acerca do #LivroLetramentoRacialCrítico.

Entrevista de #AparecidaDeJesusFerreira concedida ao jornalista Cássio Murilo, do Jornal FOCA LIVRE do curso de Jornalismo da UEPG. Obrigada Cassio Murilo pelo interesse meu #LivroAsBonecasNegrasDeLara e nas pesquisas que tenho desenvolvido na UEPG acerca do #LivroLetramentoRacialCrítico.

Publicação 2a. Edição Livro As Bonecas Negras de Lara

Estou muito satisfeita com os resultados da 2a. Edição do Livro “As Bonecas Negras de Lara”. Como esta publicação foram possíveis as seguintes ações:

Distribuição gratuita de livros para as seguintes entidades:

APAE em Ponta Grossa;

APADEVI (Associação de Pais e Amigos de Deficientes Visuais);

APP – Associação de Professores do Paraná;

Prefereitura Municipal de Ponta Grossa (Secretaria Municipal e Fundação Cultural);

Escolas Estaduais de Ponta Grossa;

Instituto Sorriso Negro;

MMNPG – Movimento de Mulheres Negras de Ponta Grossa;

Bando da Leitura;

Instituto Cavanis;

UEPG – Biblioteca.

UEPG – NUREGS: Núcleo de Relações Étnico-Raciais, de Gênero e Sexualidade.

Marista Santa Mônica – Ponta Grossa.

https://www.flickr.com/photos/aparecidadejesusferreira/

Livro: Lara’s Black Dolls

O livro  “Lara’s Black Dolls” é uma versão em inglês do livro “As Bonecas Negras de Lara”. O livro será impresso sob demanda. Caso tenha interesse no livro, por favor, preencha o formulário abaixo com seus dados e entraremos em contato com você após o livro for impresso. Caso queira saber mais informações acerca do livro ver no link que segue:

O livro está à disposição para adquirir no:

Sebo Espaço Cultural 2: http://bit.ly/SeboEspacoCultural

Livro “As Bonecas Negras de Lara”

Muito obrigada pelo interesse, por favor, divulgar entre suas amigas e seus amigos, envie o link que segue:

http://bit.ly/PreVendaLivroLarasBlackDolls

Apresentação de pesquisa sabática no King’s College London

Minha apresentação da pesquisa sabática no King’s College London, foi de grande valia, pois tive a oportunidade de apresentar a minha pesquisa e também ter ótimas contribuições.

Citações #3 Letramento Racial Crítico

 

 

 

 

 

 

 

Ferreira, Aparecida de Jesus. Formação de Professores Raça/Etnia: Reflexões e Sugestões de Materiais de Ensino em Português e Inglês (2a. Edição). Cascavel: Editora Assoeste, 20o6. ISBN: 978-85-99994-10-8

#LetramentoRacialCrítico

#IdentidadesSociaisDeRaça

 

Citações #2: Identidades Sociais de Raça

 

 

 

 

 

 

Citação retirada do Livro:

Ferreira, Aparecida de Jesus. Formação de Professores Raça/Etnia: Reflexões e Sugestões de Materiais de Ensino em Português e Inglês (2a. Edição). Cascavel: Editora Assoeste, 20o6. ISBN: 978-85-99994-10-8

Livro: Social Identities of Race in Language Education

Livro: Social Identities of Race in Language Education

No livro há vários artigos escritos por Aparecida de Jesus Ferreira com perguntas reflexivas iniciais e perguntas reflexivas após a leitura dos artigos que podem ser utilizadas nos cursos de formação de professores(as) e ou para professores(as) interessados no tema.

This book contains four articles on the issue of racial identity. At the beginning of each chapter I make suggestions regarding questions designed to provoke reflections before reading the article itself. At the end of each chapter I also provide suggestions for discussion, which can be performed in grupos or individually. The four chapters in this book share the same theoretical framework, wich I refer to as critical race studies, in which I use studies on antiracism and Critical Race Theory.

FERREIRA, Aparecida de Jesus. Sociais Identities of Race in Language Education: With Reflective Questions. Ponta Grossa, Pr: Editora Estúdio Texto, 2017.

Para Adquirir o livro: Valor R$ 40,00

Na editora: Estúdio texto entre com contato com: http://www.estudiotexto.com.br/portfolio/

Na Verbo Livraria em Ponta Grossa (UEPG – Campus Centro – ao Lado da Manarim): http://bit.ly/verbolivraria

Livraria Vertov entre em contato com: http://bit.ly/LivrariaVertov

Sebo Espaço Cultural entre em contato com: http://bit.ly/SeboEspacoCultural

Direto com a autora do livro entre em contato com: aparecidadejesusferrreira@gmail.com

AMAZON – Locais onde adquirir os livros formato E-book e impresso:

AMAZON Brasil: Amazon Brasil

Amazon US: Amazon Estados Unidos

Amazon UK: Amazon Reino Unido – Inglaterra

Contents

Introduction ………………………………………………………………..11

Chapter 1 Language teacher education: the use of anti-racist education in the classroom ……………………………………………15

Chapter 2 Stories from language teachers regarding racism ……37

Chapter 3 What has race and ethnicity got to do with English as a foreign language teaching in Brazil? ………………………………………71

Chapter 4 Critical Race Theory and language education: autobiographical narratives of race and racism in Brazil …….99

Livro: Identidades Sociais de Raça em Estudos da Linguagem

Livro: Identidades Sociais de Raça em Estudos da Linguagem

No livro há vários artigos escritos por Aparecida de Jesus Ferreira com perguntas reflexivas iniciais e perguntas reflexivas após a leitura dos artigos que podem ser utilizadas nos cursos de formação de professores(as) e ou para professores(as) interessados no tema.

FERREIRA, Aparecida de Jesus. Identidades Sociais de Raça em Estudos da Linguagem: Com Atividades Reflexivas. Ponta Grossa, Pr: Editora Estúdio Texto, 2017.

Para Adquirir o livro: Valor R$ 40,00

Na editora: Estúdio texto entre com contato com: http://www.estudiotexto.com.br/portfolio/

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Sebo Espaço Cultural entre em contato com: http://bit.ly/SeboEspacoCultural

Direto com a autora do livro entre em contato com: http://bitly.com/adquirirlivrosajf

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Amazon US: Amazon Estados Unidos

Amazon UK: Amazon Reino Unido – Inglaterra

Sumário

Apresentação ……………………………………………………………………..11

Capítulo 1 Formação de Professores de Línguas: a utilização da educação antirracista em sala de aula …………………………………..13

Capítulo 2 Explorando experiências com Racismo: narrativas de professores ……………………………………………………………………….35

Capítulo 3 Formação de Professores e Letramento Crítico acerca de Identidades Sociais de Raça ………………………………………………….67

Capítulo 4 Letramento Visual e Letramento Crítico através de Análise de Imagens acerca de Raça e Etnia …………………………..89

Nomenclaturas acerca de Identidades Sociais de Raça …………. 117

Referências recentes acerca de estudos em Identidades Sociais de Raça em Estudos da Linguagem ………………………………………….127

Livro: As bonecas negras de Lara

A história traz crianças que abordam sobre suas experiências com bonecas negras. Retrata crianças e famílias diversas, que gostam de brincar, contar histórias e que valorizam as diferenças.

Ferreira, Aparecida de Jesus.  Chaves, Élio (Ilustrador). As bonecas negras de Lara. Ponta Grossa: ABC Projetos, 2017.

Para Adquirir o livro Impresso: Valor R$ 20,00

Fotos livro CLIQUE AQUI

Na Livrarias Curitiba http://bit.ly/AsBonecasNegrasDeLaraLivriariasCuritiba

Livraria Vertov: http://bit.ly/LivrariaVertov

Sebo Espaço Cultural 2: http://bit.ly/SeboEspacoCultural

Livraria Africanidades: Livro as Bonecas Negras de Lara

Direto com a autora do livro entre em contato com: aparecidadejesusferrreira@gmail.com

Livro E-Book Amazon Brasil: http://bit.ly/AsBonecasNegrasDeLaraAmazonBR

Livro E-Book Amazon U.S.A.: http://bit.ly/AsBonecasNegrasDeLaraAmazonUSA

Para acompanhar o que as pessoas que estão utilizando ou utilizaram o livro estão dizendo.

https://www.facebook.com/groups/LivroAsBonecasNegrasDeLara/

Fotos das atividades envolvendo o Livro

Veja fotos de atividades acerca do livro “As Bonecas Negras de Lara”

Livro Onde Encontrar

Lançamentos do Livro:

Mostra na Feira do Livro em Ponta Grossa 2017

Visitas nas Escolas

Imprensa lançamento do Livro:

 

Entrevista do Livro “As bonecas negras de Lara”

Publicação de Artigo

Mais um artigo publicado:

FARIAS, Kellis Coelho; FERREIRA, Aparecida de Jesus. Livro Didático de Língua Inglesa e o que os Discursos Escritos Revelam sobre Identidade Racial. Travessias, vol. 8. N. 3, 2014, p. 56-75. http://goo.gl/GKW0vp

2014 artigo Livro didatico [Farias & Ferreira] referencia