Entrevista Aparecida de Jesus Ferreira: Abordar sobre raça no Sul do Brasil.

BARBOSA, Aline Nascimento. ENTREVISTA com APARECIDA DE JESUS FERREIRA. Revista X, v. 14, n. 3, p. 1-15, 2019.

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Aline Barbosa: Seus textos falam sobre pessoas negras e suas vivências no contexto de sala de aula, enquanto professoras/es de línguas e também enquanto alunas/os. Tendo em vista que você mora no Sul do país, uma região famosa por estereótipos fortemente ligados a questões de racismo, como é falar de raça no contexto no qual está inserida?

Aparecida de Jesus Ferreira: A região em que eu moro atualmente é Ponta Grossa (já por 10 anos) e a região em que morei anteriormente é Cascavel (por 42 anos). Ambas são regiões cuja população é constituída majoritariamente por eurodescendentes, com cerca de 20 por cento apenas de população afrodescendente. Abordar assuntos relacionados a questões de identidade racial negra é um desafio ainda maior do que no restante do Brasil. Com isso quero dizer que o racismo também ocorre em regiões com uma população majoritariamente negra, como é o caso do Sudeste, do Nordeste e do Norte do Brasil.

As pesquisas demonstram que o tratamento dado à população negra no que se refere ao acesso à escola, à moradia, à assistência médica, a emprego e a cargos de poder não difere significativamente nas diversas regiões do Brasil. Com isso quero dizer que o racismo é endêmico no Brasil, independentemente da região em que nós, negras/os, estejamos. Há, no entanto, uma diferença de percepção. As pessoas da região onde atuei e atuo no momento tendem a pensar que tratar da questão de identidades raciais negras é desnecessário, pois a região é majoritariamente habitada por pessoas brancas. Esse argumento, porém, não se sustenta – não se sustenta na medida em que as pessoas que moram na região convivem com a população que é, de fato, multiétnica e multirracial, o que necessariamente vai gerar diversidade em muitos contextos familiares, nas escolas, nos diversificados ambientes de trabalho e nas interações sociais em geral.

As pessoas mudam de região e também nos novos locais há uma comunidade diversa que precisa ser respeitada, ou seja, tratar da questão da diversidade racial é uma obrigação e uma necessidade para que tenhamos de fato uma sociedade mais justa, com equidade e igualitária. Por exemplo, na região dos Campos Gerais, há várias comunidades quilombolas− quatro em Castro e duas em Ponta Grossa. No Paraná, há 37 comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Palmares. São, em verdade, socialmente invisibilizadas, ou seja, não recebem a mesma atenção concedida às comunidades eurodescendentes, como é o caso, por exemplo, do Parque Histórico de Carambeí – de colonização holandesa. Essas comunidades mencionadas são parte do patrimônio cultural brasileiro (afrodescendentes e eurodescendentes) e estão na mesma região, no entanto, com estereótipos diferenciados. Os estereótipos relativos à população eurodescendente fortalecem a sua identidade racial branca, enquanto os estereótipos relativos à população afrodescendente descaracterizam, fragilizam e desconstroem a autoestima da identidade racial negra.

Abordar a questão da identidade racial negra nesse contexto e sobre ele exige persistência e, pensando do local em que atuo, há necessidade de formação crítica de professoras/es e de alunas/os. Essa formação crítica é indispensável para que seja possível tratar do racismo e das várias identidades raciais e, assim, pensar na “construção” de uma sociedade que esteja disposta à integração de todas as raças de forma igualitária, com equidade e humanidade. E para que isso seja possível precisamos ver na região mais médicas/os negras/os, mais professoras/es negras/os, arquitetas/os, engenheiras/os, e que os cargos e as posições de poder sejam também distribuídos para todos os segmentos sociais e raciais com equidade, para que as pessoas de todos pertencimentos etnicorraciais se possam ver representadas.

Entrevista com Aparecida de Jesus Ferreira: Identidade Racial Negra

BARBOSA, Aline Nascimento. ENTREVISTA com APARECIDA DE JESUS FERREIRA. Revista X, v. 14, n. 3, p. 1-15, 2019.

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Aline Barbosa: Você afirma que ter professoras/es e profissionais críticas/os que lidem com questões raciais requer consciência sobre suas próprias trajetórias e, no Brasil, vivemos um racismo mascarado e a falta de representatividade constante. Muitas vezes são anos de reflexão até assumirmos nossa identidade racial negra. Como foi esse processo para você?

Aparecida de Jesus Ferreira: O processo de reconhecimento da sua própria identidade racial negra é algo muito complexo no Brasil, isso em razão de que se trata de um racismo mascarado. No contexto brasileiro, embora haja várias evidências, tanto do ponto de vista de pesquisa na área, como também evidências do que ocorre cotidianamente na vida das pessoas negras, de que o racismo existe e de que faz parte das experiências cotidianas das pessoas negras. No Brasil em vários segmentos sociais é negado de que o racismo ocorra cotidianamente na vida das pessoas negras. Dessa forma, assumir a identidade racial negra depende de vários fatores, desde o conhecimento sobre o tema, a educação recebida na família (que se reconhece como negra e tenha uma percepção de autoestima e de empoderamento da identidade racial negra), meios escolares (escolas, universidades, coletivos de negras/os), entre outros fatores.

No meu caso, o reconhecimento da minha identidade racial negra ocorreu em casa a partir das experiências de racismo que vi que ocorriam com a minha mãe no trabalho. Ocorreu também pela educação de autoestima e de empoderamento, pois minha mãe sempre me incentivou que eu gostasse da minha cor de pele e cabelo. Minha mãe sempre usou, dentro de casa, vários adjetivos afetivos e amorosos para a nossa cor de pele que fizesse com que eu e o meu irmão ficássemos orgulhosos. No entanto, passei a ler e a pesquisar mais sobre o assunto, em especial no momento em que entrei para a universidade e consolidei o meu conhecimento sobre as questões raciais. Já com alguns conceitos bem consolidados, isso fez com que eu assumisse e discutisse, debatesse sobre o tema com argumentos fundamentados.

O processo de assumir a minha identidade racial negra foi muito doloroso e ainda é na medida que me exponho e falo abertamente sobre o tema. Nesse sentido, sempre há questionamentos, tentativas de desconstrução e de deslegitimação do que eu digo publicamente acerca do tema em ambientes que não estão esperando que eu vá argumentar e discutir sobre a questão da identidade racial negra. Ou seja, sempre há olhares, posicionamentos dos corpos das pessoas e, algumas vezes, há aqueles que estão dispostos a ter uma discussão mais acalorada me dizendo: “Lá vem você de novo abordando sobre a questão racial”.

Esses que questionam/discordam e agem como se eu não pudesse discutir e abordar sobre algo que me afeta cotidianamente, a exemplo de quando entro numa loja e sou seguida pelos vendedores – demonstrando uma preocupação que eu vá roubar algo da loja −, quando vou comprar determinado produto e tentam me vendar o mais barato, quando dão sugestões de como devo usar o meu cabelo, quando pessoas falam claramente que a minhas tranças deveriam ser substituídas por alisamentos ou mesmo quando falam que eu deveria cortar o meu cabelo, etc. Esses que questionam/discordam e agem como se eu tivesse que me calar sobre quando, por mais exemplos, vou a restaurante ou a lugar mais sofisticado e há olhares de pessoas que não esperam ver o meu corpo naquele local. Sem contar as inúmeras vezes em que fui dar palestras em lugares em que o tema não era sobre a questão racial e as pessoas vinham procurar a palestrante e não conseguiam me ver como a pessoa que iria ministrar aquela palestra. Por exemplo, lancei recentemente o livro de literatura infantil “As Bonecas Negras de Lara”. Então fui convidada para ir a uma escola particular para falar sobre o livro. Ao chegar na escola, a pessoa que veio me atender me perguntou: “O que você quer?”. Eu disse: “Fui convidada para vir aqui para falar sobre um livro”. A pessoa, é claro, não escutou ou não quis escutar o que eu disse e me falou: “Não temos livros aqui!”. Eu repeti o que disse anteriormente, dessa vez mais alto e bem pausadamente. “EU FUI CONVIDADA PARA VIR AQUI PARA FALAR SOBRE O MEU LIVRO PARA AS CRIANÇAS DESTA ESCOLA!”. Ela abriu o portão e, com muita má vontade, me levou para falar com outra pessoa na escola. O que é importante ver aqui, nessa interação,são os modos como o corpo negro é recebido nos locais e isso fica evidente desde a tonalidade de voz, a polidez, o desejo de estar ou não com a pessoa, a boa vontade ou não e tantas outras maneiras de agir que eu poderia citar aqui que ocorreram naquela escola até o momento final, quando deixei a escola.

Falar sobre identidade racial negra e abordar como eu assumi essa identidade exige refletir sobre as experiências que me rodeiam cotidianamente, pois todos os lugares sociais em que circulo e todas as minhas relações sociais são mediados pela minha cor de pele, pela minha estética (cabelo, cor de roupas) e ainda sobre a minha voz e como eu falo − sempre assertivamente, sem rodeios e indo direto ao ponto. Ou seja, essas foram as formas como eu assumi e como foi constituída a minha identidade racial de mulher negra.

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Homenagem pelo dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

Ontem recebi um Email da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, em que fui informada que estaria sendo homenageada, pela dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e ao Dia Nacional Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Fiquei muito feliz em estar entre as 30 mulheres negras homenageadas. Muito obrigada pela indicação do meu nome.

Parabéns para todas as mulheres homenageadas e fico lisonjeada por estar entre essas mulheres que admiro muito pela força, resistência, por serem empoderadas e muito competentes e por lutarem contra o racismo e a favor da equidade da população negra em todos os seguimentos sociais.

A homenagem ocorreu ontem dia 18 de julho no miniauduitório do Museu Oscar Niemeyer (MON) em Curitiba.

Ação da Superintendência da Cultura em parceria com a Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho tem exposição, show e debates em comemoração ao Dia da Mulher Negra Políticas públicas para promoção da igualdade, representatividade, combate ao racismo e acesso à educação e cultura foram alguns dos assuntos presentes no discurso das 30 mulheres negras homenageadas na última quinta-feira (18), no miniauditório do Museu Oscar Niemeyer (MON) — a ação abriu o Movimenta Preta, programação promovida pela Superintendência Geral da Cultura em parceria com a Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho e apoio do Conselho da Promoção de Igualdade Racial (Consepir), cujo objetivo é dar visibilidade ao Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e ao Dia Nacional Tereza de Benguela e da Mulher Negra (ambos celebrados no dia 25 de julho).

Veja a lista completa de homenageadas:

Andreia Soares de Lima (militante e líder comunitária. Idealizadora do “Usina de ideias” e voluntária do projeto “Dia de Rainha”.)

Angela Martins (militante e uma das coordenadoras da Rede de Mulheres Negras do Paraná)

Angela Sarneski (professora e ativista do movimento negro)

Alaerte Leandro Martins (doutora em Saúde Pública, militante pelo direito das mulheres e saúde pública)

Almira Maria Maciel (pedagoga e militante no movimento negro)

Aparecida de Jesus Ferreira (professora, pesquisadora, palestrante e escritora)

Clarinda de Andrade Matos (farinheira e quilombola)

Cris Valeriano (modelo plus size e funcionária do Teatro Guaíra)

Dirce Almeida dos Santos (ativista contra o preconceito racial  e presidente do grupo “Respeito não tem cor”)

Divina Donizete Rodrigues Santos (funcionária da Secretaria de Justiça, Trabalho e Direitos Humanos)

Dulcinéia Novaes (jornalista)

Gabriela Grigolom Silva (poeta e organizadora do 1º Slam Resistência Surda)       

Heliana Hemetério dos Santos (militante no movimento de mulheres negras e LGBT)

Janine Mathias (cantora e compositora)

Juliana Chagas da Silva Mittelbach (enfermeira e servidora pública, membra do Conselho de Promoção da Igualdade Racial do Paraná – CONSEPIR)

Karol Conka (rapper, cantora e compositora)

Lucimar Rosa Dias (professora e pesquisadora em metodologias para de trabalho com crianças sobre diversidade étnico-racial)

Maria Arlete Ferreira da Silva (liderança quilombola)

Marina Aureo Galdino (Mãe de Santo)

Márcia Regina Santos de Jesus (professora de sociologia e militante na promoção da igualdade racial)

Mariluz Marques Follmann (líder quilombola)

Megg Rayara Gomes de Oliveira (doutora em educação e primeira mulher trans a integrar os quadros da UFPR como Professora adjunta)

Michele Mara (cantora)

Michely Ribeiro (militante pela igualdade racial e de gênero)

Odelair Rodrigues (atriz) (homenagem póstuma) 

Priscila Silva Pontes (dançarina e coreógrafa)

Silvana Bárbara G. da Silva (pesquisadora em tecnologia e inovação para desenvolvimento sustentável, ativista do feminismo negro)

Socorro Araújo (fotógrafa)

Vera Lúcia de Paula Paixão (militante do movimento negro)

Willzeli Rejane do Amaral (pedagoga e militante em movimentos de direitos humanos, mulheres negras, afroempreendedorismo e refugiados).

http://www.cultura.pr.gov.br/2019/07/3950/Movimenta-Preta-homenageia-30-mulheres-negras-na-abertura-da-sua-programacao.html?fbclid=IwAR0-LAKYqonnDXrnxhwb3nR4aEvvPsAQjNfo1h5J_1Z0Qnb96aYEa7xYTD0

Publicação 2a. Edição Livro As Bonecas Negras de Lara

Estou muito satisfeita com os resultados da 2a. Edição do Livro “As Bonecas Negras de Lara”. Como esta publicação foram possíveis as seguintes ações:

Distribuição gratuita de livros para as seguintes entidades:

APAE em Ponta Grossa;

APADEVI (Associação de Pais e Amigos de Deficientes Visuais);

APP – Associação de Professores do Paraná;

Prefereitura Municipal de Ponta Grossa (Secretaria Municipal e Fundação Cultural);

Escolas Estaduais de Ponta Grossa;

Instituto Sorriso Negro;

MMNPG – Movimento de Mulheres Negras de Ponta Grossa;

Bando da Leitura;

Instituto Cavanis;

UEPG – Biblioteca.

UEPG – NUREGS: Núcleo de Relações Étnico-Raciais, de Gênero e Sexualidade.

Marista Santa Mônica – Ponta Grossa.

https://www.flickr.com/photos/aparecidadejesusferreira/

Livro: Letramento Racial Crítico Através de Narrativas Autobiográficas – Como trabalhar em sala de aula com Diversidade Étnico-Racial

Livro: Letramento Racial Crítico Através de Narrativas Autobiográficas: Com atividades Reflexivas.

2015 capa letramento racial crítico [compactado]

Este livro tem o objetivo de analisar narrativas autobiográficas de identidades sociais de raça e as narrativas das experiências com racismo, raça e letramento racial crítico de professores de línguas. As narrativas autobiográficas que trago neste livro fazem parte de um projeto maior de pesquisa, no entanto, essas narrativas aqui analisadas e refletidas têm um caráter pedagógico e visam ser utilizadas por professores do ensino fundamental, médio e universitário para fins de reflexão em atividades em cursos de formação de professores, ou com professores cursando pós-graduação, e também as atividades podem ser adaptadas para serem utilizadas com alunos da educação básica (ensino fundamental e médio). O livro traz sugestões de como trabalhar com as questões de diversidade étnico-racial em sala de aula.

As narrativas passaram a existir nas minhas pesquisas quando fiz o meu mestrado (1999), no entanto foi no doutorado (2001) que foram geradas várias narrativas no formato de entrevistas e de relatos, em que os professores refletiam sobre formação de professores e perpassavam sobre experiências em sala de aula. As/os professoras/es trouxeram, em suas narrativas reflexivas, várias experiências com racismo. Quando finalizei o meu doutorado (2005), já com o conhecimento sobre a Teoria Racial Crítica (Critical Race Theory), que utilizei para a análise dos dados gerados na pesquisa, passei a utilizar esse referencial teórico nos cursos que ministro, pois um dos princípios da Teoria Racial Crítica é, especificamente, esse de utilizar narrativas, histórias, estórias, crônicas, autobiografias para tratar das questões de raça e racismo.

As narrativas autobiográficas foram escritas durante três anos (2011, 2012 e 2013), foram geradas 32 narrativas autobiográficas nas aulas que ministro na disciplina de “Formação de Professores de Línguas” no Programa de Mestrado em Linguagem, Identidade e Subjetividade (UEPG). Embora tenham sido geradas 32 narrativas autobiográficas sobre “Como você se deu conta de que o racismo existe.”, somente utilizo 16 narrativas autobiográficas neste livro, sendo que algumas aparecem na íntegra e outras foram reduzidas por mim. Utilizo-as como sugestões de práticas pedagógicas para exercitar o letramento racial crítico. As narrativas foram numeradas de 01 a 32 conforme foram sendo geradas. É por essa razão que há 16 narrativas autobiográficas, no entanto não estão numeradas de 01 a 16 e, sim, conforme foram geradas. Dessa forma, há 16 narrativas autobiográficas que variam do número 01 a 32. O livro tem mais de 240 atividades reflexivas para utilizar em sala de aula.

As narrativas autobiográficas foram escritas por professores que ministram aulas na educação básica (Ensino Fundamental e Médio) de escolas públicas e privadas, professores que ministram aulas no Ensino Superior público e privado e também professores que são graduados na área de Letras e que cursaram a disciplina que ministro no Programa de Mestrado em Linguagem, Identidade e Subjetividade da UEPG. Veja um vídeo de uma palestra sobre Letramento Racial Crítico.

Todas as narrativas autobiográficas utilizadas foram autorizadas para utilização. Mesmo assim, no entanto, retirei todos os nomes das pessoas e identifiquei apenas numericamente cada uma das narrativas autobiográficas. Os nomes das pessoas citadas nas narrativas autobiográficas também foram retirados ou são nomes fictícios.

O livro aborda questões sobre:

  • Igualdade Racial
  • Cultura Afro Brasileira.
  • Discriminação Racial.
  • Cultura Africana.
  • Consciência Negra.
  • Empoderamento Racial.
  • Preconceito Racial.
  • O que é o preconceito Racial.
  • Identidade.
  • Identidade Racial.
  • O que é o racismo.
  • Racismo na escola.

As narrativas autobiográficas foram escritas pelas professoras que participaram da disciplina que ministro no mestrado “Formação de Professores de Línguas” que neste livro chamo de “Letramento Racial Crítico”.

Fonte: Ferreira, Aparecida de Jesus. Letramento Racial Critico Através de Narrativas Autobiográficas: Com atividades Reflexivas. Ponta Grossa, Pr: Editora Estúdio Texto,  2015.

Para Adquirir o livro: Valor R$ 40,00

Na editora: Estúdio texto entre com contato com:

http://www.estudiotexto.com.br/portfolio/

Na Livraria Verbo em Ponta Grossa (Frente da UEPG):

Direto com a autora do livro entre em contato com:

aparecidadejesusferrreira@gmail.com

 

Meus livros no Institute of Education – University of London

Entregando para a biblioteca do IoE – Institute of Education – University  of London, UK os meus livros.

Para maiores informações dos livros que deixei no IoE ver nos links que seguem:

http://bit.ly/adquirirlivrolrc
http://bit.ly/livrolrc
http://bitly.com/ajflivrosgratuitos
http://bit.ly/AJFlivrosArtigosInstitu
http://bit.ly/ajfacademiaedu